Ectoplasma e Cistoplasma: Uma Análise Científica e Espiritual por Jeferson Emmanuel Vitorino

Introdução:

Ectoplasma e cistoplasma são dois conceitos que têm sido frequentemente discutidos tanto no campo da ciência quanto no espiritismo. Ambos os termos estão relacionados à manifestação de energias sutis e ao estudo de fenômenos paranormais. Nesta redação, exploraremos as definições científicas e espiritualistas desses conceitos, bem como suas interações e implicações em ambos os campos.

I. Ectoplasma:

O ectoplasma é uma substância supostamente liberada por médiuns durante certos estados de transe ou comunicação com o mundo espiritual. No âmbito científico, a existência do ectoplasma tem sido objeto de controvérsia e debate. Algumas teorias sugerem que o ectoplasma é uma forma de materialização de energia, enquanto outras argumentam que sua manifestação é simplesmente uma ilusão. É importante ressaltar que não há consenso científico sobre sua existência.

No espiritismo, o ectoplasma é considerado uma substância fluídica que pode ser moldada e utilizada pelos espíritos para se manifestarem física ou vocalmente. Acredita-se que o ectoplasma seja uma espécie de energia vital que permite a comunicação entre o mundo físico e o espiritual. Durante sessões espíritas, o ectoplasma pode se manifestar de diferentes maneiras, como uma névoa, uma substância gelatinosa ou mesmo como aparições físicas.

II. Cistoplasma:

O cistoplasma, por sua vez, refere-se ao ambiente energético que envolve e permeia o corpo físico. Na visão científica, o cistoplasma é associado à bioenergia ou campo áurico humano. Embora a existência do cistoplasma não seja amplamente reconhecida pela comunidade científica, muitos estudos sugerem que a energia sutil pode interagir com o corpo físico e influenciar a saúde e o bem-estar.

Uma análise continua de óptica conjunta de análise sistêmicas:

No espiritismo, o cistoplasma é considerado uma extensão do perispírito, que é o invólucro energético que envolve a alma. Acredita-se que o cistoplasma seja um elo entre o corpo físico e o perispírito, permitindo a interação entre o mundo material e espiritual. Durante fenômenos mediúnicos, o cistoplasma pode se tornar mais maleável e facilitar a atuação dos espíritos comunicantes.

III. Interações entre Ectoplasma e Cistoplasma:

Tanto o ectoplasma quanto o cistoplasma estão envolvidos em fenômenos mediúnicos e podem ser influenciados pela energia espiritual. Essas substâncias sutis podem interagir e moldar-se mutuamente, permitindo a manifestação dos espíritos e a comunicação com o mundo espiritual.

No contexto espiritual, acredita-se que o ectoplasma possa ser moldado pelo cistoplasma do médium, fornecendo uma substância física temporária para os espíritos se manifestarem. Essa interação entre as energias sutis pode ocorrer durante sessões mediúnicas, nas quais o cistoplasma do médium se torna mais maleável e o ectoplasma é liberado.

Transformação do Ectoplasma pelo Médium: Uma Perspectiva Científica e Espiritualista

Introdução:

A capacidade do médium de transformar a energia sutil do seu ectoplasma em uma forma visível é um fenômeno intrigante que tem sido objeto de estudo tanto na ciência quanto no espiritismo. Nesta redação, exploraremos as perspectivas científicas e espiritualistas sobre esse processo, buscando compreender os mecanismos envolvidos na manifestação física do ectoplasma pelos médiuns.

I. A Perspectiva Científica:

Do ponto de vista científico, a transformação do ectoplasma pelo médium em uma forma visível é um fenômeno que ainda carece de evidências e explicações objetivas. A ciência tradicionalmente se baseia em observações empíricas e experimentos controlados para validar a existência de fenômenos. No caso do ectoplasma, a ausência de consenso científico sobre sua existência dificulta uma análise científica detalhada sobre sua transformação.

No entanto, algumas teorias sugerem que a manifestação do ectoplasma pelo médium pode estar relacionada a processos bioenergéticos ainda não compreendidos pela ciência convencional. Essas teorias propõem que o médium pode ter a capacidade de canalizar e direcionar sua energia vital de forma a moldar o ectoplasma em uma forma visível. No entanto, é importante ressaltar que essas teorias ainda são especulativas e carecem de evidências sólidas.

II. A Perspectiva Espiritualista:

No espiritismo, a transformação do ectoplasma pelo médium em uma forma visível é considerada como resultado da manipulação de energias sutis pelos espíritos comunicantes. Acredita-se que o médium, em um estado de transe ou elevada sensibilidade, possa liberar o ectoplasma, uma substância fluídica que pode ser moldada pelos espíritos para se manifestarem fisicamente.

Segundo a perspectiva espiritualista, o ectoplasma é uma energia vital que se origina do cistoplasma do médium, um campo energético que envolve o corpo físico. Durante o processo mediúnico, o médium pode permitir que o ectoplasma se manifeste externamente, tornando-o visível aos observadores. Acredita-se que essa manifestação ocorra por meio da manipulação dos espíritos comunicantes, que utilizam o ectoplasma como um “molde” temporário para se materializarem.

III. Interconexão entre Científico e Espiritual:

Embora as perspectivas científica e espiritualista possam parecer divergentes em relação à transformação do ectoplasma pelo médium, é importante reconhecer que ambas buscam compreender fenômenos além do alcance da percepção sensorial comum. Enquanto a ciência busca explicações baseadas em princípios físicos conhecidos, o espiritismo recorre a uma perspectiva mais metafísica e espiritual.

No entanto, é possível encontrar pontos de convergência entre as duas abordagens. Por exemplo, a ciência está cada vez mais explorando a influência da mente e da consciência na manifestação física, através de estudos sobre a interação mente-corpo e fenômenos como a bioenergia. Essas investigações podem eventualmente lançar luz sobre os mecanismos subjacentes à transformação do ectoplasma pelo médium.

Além disso, ambos os campos reconhecem a importância da energia sutil e sua capacidade de interagir com o mundo físico. A ciência contemporânea está cada vez mais aberta a explorar conceitos como campos de energia, ressonância e fenômenos quânticos, que podem fornecer uma base científica para a compreensão dos processos espirituais.

Conclusão:

A transformação do ectoplasma pelo médium em uma forma visível é um fenômeno complexo que envolve tanto aspectos científicos quanto espiritualistas. Embora a ciência ainda esteja em busca de explicações objetivas, o espiritismo oferece uma perspectiva baseada em crenças e experiências subjetivas.

É importante manter uma postura de abertura e diálogo entre os campos científico e espiritualista, reconhecendo que ambos têm muito a contribuir para a compreensão dos fenômenos além do mundo material. À medida que avançamos em nosso conhecimento e tecnologia, é possível que novas descobertas científicas tragam insights sobre os processos envolvidos na transformação do ectoplasma pelo médium, unindo assim essas duas perspectivas.

IV. Considerações Finais:

Ectoplasma e cistoplasma são termos que têm sido objeto de estudo tanto no campo científico quanto no espiritismo. Enquanto a ciência busca compreender a natureza dessas substâncias sutis, o espiritismo as considera essenciais para a manifestação e comunicação com o mundo espiritual.

Embora a existência do ectoplasma e do cistoplasma ainda seja objeto de controvérsia científica, é importante reconhecer a importância desses conceitos nas crenças e práticas espiritualistas. O estudo e a compreensão dessas energias sutis podem abrir caminho para uma maior compreensão da conexão entre o mundo físico e o espiritual.

Em suma, a discussão sobre ectoplasma e cistoplasma envolve tanto aspectos científicos quanto espirituais. Enquanto a ciência busca evidências e explicações objetivas, o espiritismo fundamenta-se em crenças e experiências subjetivas. A compreensão desses conceitos pode enriquecer o conhecimento humano sobre os fenômenos paranormais e a natureza da existência além do mundo físico.

Dos Indivíduos à comunidade: força na diversidade e união na ação.

A força de uma lástima não pode ser maior que a dor da perda, a cooperação mútua de variáveis é a estabilidade das variáveis em ação.

Chico Xavier
O lobo

A floresta como metáfora: Diversidade, cooperação e respeito mútuo como chave para a prosperidade

Havia uma floresta densa e exuberante, repleta de vida e diversidade. Lá viviam quatro personagens: o Passarinho, a Árvore, o Coala e o Lobo, cada um deles representando uma força da natureza e uma característica humana.

O Passarinho era um ser alegre e vivaz, que inspirava os outros com suas canções e sua liberdade. A Árvore era forte e robusta, uma guardiã das tradições ancestrais e dos valores mais profundos. O Coala era um ser preguiçoso e despretensioso, que encontrava a felicidade nas coisas simples e pacíficas. Já o Lobo era um ser astuto e pensativo, sempre pronto a enfrentar os desafios e as dificuldades da vida.

Por um longo período, cada um desses personagens viveu suas próprias vidas, buscando entender o mundo através de suas próprias óticas e valores. Eles evitavam se misturar, não porque não se interessavam um pelo outro, mas porque tinham receio do desconhecido e do julgamento do outro.

O passarinho

Certo dia, porém, a floresta foi atingida por uma grande tempestade, que deixou tudo em caos e desordem. O vento forte derrubou árvores, torceu galhos, deixou a casa do Coala uma bagunça, e pôs em risco a sobrevivência de todos os personagens.

Foi nesse momento de crise que os quatro personagens descobriram que, para sobreviver e se fortalecer, precisariam unir suas forças e habilidades, colocando em prática os valores e princípios de cada um.

A Árvore usou seus galhos para proteger os demais, o Coala cuidou da alimentação e dirigiu seus esforços para a limpeza do ambiente, já o Passarinho foi o encarregado de acalmar o ambiente, cantando as mais belas canções que ouviam na floresta. Enquanto isso, o Lobo combinava as habilidades de todos eles e orquestrava ações efetivas para proteção da sobrevivência de cada um.

A árvore

Com o esforço conjunto, a floresta saiu da crise, fortalecida e mais unidos. Os personagens entenderam que, ao se unirem, poderiam transformar a adversidade em oportunidade, e que a diversidade do grupo era a sua maior riqueza.

Eles entenderam que os desafios existem e que a natureza é implacável, que a vida, mesmo nas melhores condições, enfrenta obstáculos e crises. Mas as pessoas, como a floresta, não devem lidar com esses problemas sozinhas. Ao se unirem, somando forças, fortalecem-se mutuamente e caminham juntas na busca do conforto e da prosperidade compartilhada.

Assim, os quatro personagens fundaram uma aliança duradoura, baseada na união, no diálogo e no respeito mútuo. Eles compreenderam que os valores e as crenças individuais não devem ser motivo de separação, mas de estruturação em um todo maior.

A floresta, por sua vez, acolheu toda essa união, tornando-se mais frondosa, colorida e alegre. Cada um tinha sua função e importância, todos os personagens certos de que a união faz a força. A floresta continuou a crescer, e cada indivíduo a desabrochar, juntos, fortalecidos em uma verdadeira comunidade.

Ô coala

E assim, os quatro personagens, ainda que tão diferentes entre si, compreenderam o valor da diversidade, da união, do diálogo e do respeito mútuo, encontrando um novo sentido para suas vidas e aprendendo a lidar com os problemas da vida de maneira mais harmoniosa e compartilhada.

Dos Indivíduos à comunidade: força na diversidade e união na ação.

A força de uma lástima não pode ser maior que a dor da perda, a cooperação mútua de variáveis é a estabilidade das variantes em ação.

Chico Xavier
O lobo

A floresta como metáfora: Diversidade, cooperação e respeito mútuo como chave para a prosperidade

Havia uma floresta densa e exuberante, repleta de vida e diversidade. Lá viviam quatro personagens: o Passarinho, a Árvore, o Coala e o Lobo, cada um deles representando uma força da natureza e uma característica humana.

O Passarinho era um ser alegre e vivaz, que inspirava os outros com suas canções e sua liberdade. A Árvore era forte e robusta, uma guardiã das tradições ancestrais e dos valores mais profundos. O Coala era um ser preguiçoso e despretensioso, que encontrava a felicidade nas coisas simples e pacíficas. Já o Lobo era um ser astuto e pensativo, sempre pronto a enfrentar os desafios e as dificuldades da vida.

Por um longo período, cada um desses personagens viveu suas próprias vidas, buscando entender o mundo através de suas próprias óticas e valores. Eles evitavam se misturar, não porque não se interessavam um pelo outro, mas porque tinham receio do desconhecido e do julgamento do outro.

O passarinho

Certo dia, porém, a floresta foi atingida por uma grande tempestade, que deixou tudo em caos e desordem. O vento forte derrubou árvores, torceu galhos, deixou a casa do Coala uma bagunça, e pôs em risco a sobrevivência de todos os personagens.

Foi nesse momento de crise que os quatro personagens descobriram que, para sobreviver e se fortalecer, precisariam unir suas forças e habilidades, colocando em prática os valores e princípios de cada um.

A Árvore usou seus galhos para proteger os demais, o Coala cuidou da alimentação e dirigiu seus esforços para a limpeza do ambiente, já o Passarinho foi o encarregado de acalmar o ambiente, cantando as mais belas canções que ouviam na floresta. Enquanto isso, o Lobo combinava as habilidades de todos eles e orquestrava ações efetivas para proteção da sobrevivência de cada um.

A árvore

Com o esforço conjunto, a floresta saiu da crise, fortalecida e mais unidos. Os personagens entenderam que, ao se unirem, poderiam transformar a adversidade em oportunidade, e que a diversidade do grupo era a sua maior riqueza.

Eles entenderam que os desafios existem e que a natureza é implacável, que a vida, mesmo nas melhores condições, enfrenta obstáculos e crises. Mas as pessoas, como a floresta, não devem lidar com esses problemas sozinhas. Ao se unirem, somando forças, fortalecem-se mutuamente e caminham juntas na busca do conforto e da prosperidade compartilhada.

Assim, os quatro personagens fundaram uma aliança duradoura, baseada na união, no diálogo e no respeito mútuo. Eles compreenderam que os valores e as crenças individuais não devem ser motivo de separação, mas de estruturação em um todo maior.

A floresta, por sua vez, acolheu toda essa união, tornando-se mais frondosa, colorida e alegre. Cada um tinha sua função e importância, todos os personagens certos de que a união faz a força. A floresta continuou a crescer, e cada indivíduo a desabrochar, juntos, fortalecidos em uma verdadeira comunidade.

Ô coala

E assim, os quatro personagens, ainda que tão diferentes entre si, compreenderam o valor da diversidade, da união, do diálogo e do respeito mútuo, encontrando um novo sentido para suas vidas e aprendendo a lidar com os problemas da vida de maneira mais harmoniosa e compartilhada.

Como desenvolver a mediunidade através da Ciência e do Espiritismo

Ser médium não é simplesmente fazer-se veículo de fenômenos que transcendem a alheia compreensão.

Acima de tudo, é indispensável entendamos na faculdade mediúnica a possibilidade de servir, compreendendo-se que semelhante faculdade é característica de todas as criaturas.

Emmanuel

A mediunidade é um tema que sempre despertou curiosidade e interesse em pessoas de diferentes culturas e crenças. Muitos acreditam que a mediunidade se refere apenas à capacidade de se comunicar com espíritos, mas ela vai muito além disso. A mediunidade é um dom natural do ser humano que pode ser desenvolvido com o objetivo de ampliar sua percepção e compreensão do mundo espiritual.Existem diferentes tipos de mediunidade, como a psicografia, a vidência, a audição de vozes, a incorporação, entre outras. Cada uma delas possui características específicas e requer um treinamento adequado para ser desenvolvida de forma segura e equilibrada.

Mas como desenvolver a mediunidade? Em primeiro lugar, é importante destacar que a mediunidade não é uma técnica que pode ser aprendida em poucas horas ou dias. É um processo continuo de autoconhecimento e evolução que exige disciplina, paciência e humildade.

Para desenvolver a mediunidade é necessário estar em sintonia com energias elevadas, cultivar pensamentos positivos, praticar a prece, a meditação e a leitura de livros que abordem temas relacionados à espiritualidade de forma séria e responsável.

Alguns estudos científicos têm se dedicado a investigar a mediunidade, como o caso das pesquisas realizadas pelo médico e pesquisador brasileiro, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Ele defende que a mediunidade é uma habilidade inata do cérebro humano, relacionada à percepção extrassensorial e à comunicação com outras dimensões.

Por outro lado, a doutrina espírita propõe que a mediunidade é uma capacidade concedida por Deus para auxiliar no processo de evolução espiritual das pessoas e do planeta. Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, defendia que a mediunidade deve ser sempre exercida com responsabilidade e ética, visando o bem estar coletivo e o progresso moral.

Em resumo, desenvolver a mediunidade exige dedicação, estudo e perseverança. É fundamental ter uma postura ética e responsável, buscando sempre o equilíbrio emocional e espiritual. A mediunidade pode ser uma ferramenta poderosa para o autodesenvolvimento e para a promoção da paz e do amor entre os seres humanos.

Os 10 tipos de mediunidade mais comuns

  1. Mediunidade de psicofonia: capacidade de ouvir ou transmitir mensagens dos espíritos através da palavra falada.
  2. Mediunidade de psicografia: capacidade de escrever ou desenhar sob influência espiritual.
  3. Mediunidade de vidência: capacidade de ver espíritos ou cenas do mundo espiritual.
  4. Mediunidade de audiência: capacidade de ouvir vozes ou sons vindos do mundo espiritual.
  5. Mediunidade de cura: habilidade de atuar como intermediário na cura de doenças físicas ou emocionais.
  6. Mediunidade de intuição: capacidade de receber informações intuitivas ou inspirações que servem para orientação pessoal ou alheia.
  7. Mediunidade de transporte: habilidade de se deslocar espiritualmente para outros lugares ou dimensões.
  8. Mediunidade de efeitos físicos: capacidade de produzir efeitos físicos no ambiente, como movimentação de objetos.
  9. Mediunidade de incorporação: capacidade de permitir que um espírito manifeste-se através do corpo do médium.
  10. Mediunidade de médiuns curadores: capacidade de canalizar energias de cura para outras pessoas ou para o próprio médium.

Vale ressaltar que a classificação dos tipos de mediunidade pode variar de acordo com as fontes consultadas, mas esses são alguns dos mais comuns. É importante que o médium identifique em qual tipo de mediunidade tem maior predisposição e busque desenvolvê-la de forma equilibrada e responsável.

Guia prático de como desenvolver a mediunidade baseado em fontes espíritas e científicas

  1. Conheça os tipos de mediunidade: Antes de iniciar o desenvolvimento da mediunidade, é essencial que se entenda os diferentes tipos de mediunidade existentes, para que se possa compreender em qual área cada indivíduo tem mais predisposição.
  2. Pratique a meditação: A meditação é uma prática fundamental para o desenvolvimento da mediunidade. Além de ajudar a controlar a mente e cultivar pensamentos elevados, a meditação leva a um estado de relaxamento profundo, facilitando a conexão com outras dimensões.
  3. Cultive a espiritualidade: A mediunidade está diretamente relacionada à espiritualidade. Por isso, é importante cultivar hábitos e atitudes relacionadas ao bem estar espiritual, como a prática da prece, o estudo de livros espíritas e a frequência a reuniões de cunho espiritualista.
  4. Busque ajuda de um dirigente espírita: Na doutrina espírita, é comum buscar orientação de um dirigente experiente, que auxiliará na identificação e desenvolvimento da mediunidade. O dirigente também poderá ajudar a evitar desvios éticos e comportamentais no exercício da mediunidade.
  5. Consulte um psicoterapeuta: Quando a mediunidade se manifesta de forma descontrolada ou gera interferências negativas na vida do indivíduo, é indicado buscar ajuda de um psicoterapeuta especializado em atendimento a médiuns.
  6. Pratique a disciplina mental: A mediunidade demanda uma mente disciplinada e controlada. Por isso, é importante cultivar hábitos que visem o autocontrole, como a prática da concentração e da atenção plena.
  7. Exercite a gratidão: A gratidão é um sentimento poderoso que ajuda a elevar a vibração energética do indivíduo. Por isso, é importante cultivar o hábito de agradecer as coisas boas da vida e a conexão com o mundo espiritual, que pode ajudar na evolução pessoal e coletiva.

Seguindo essas orientações, é possível desenvolver a mediunidade de forma responsável e equilibrada, contribuindo para o bem estar pessoal e coletivo. Vale ressaltar que cada pessoa tem um processo único de desenvolvimento da mediunidade, sendo fundamental respeitar o ritmo e as particularidades de cada um.

o homem espera habitualmente pelas entidades protetoras em horas de prova e sofrimento, para arremessar-se ao estudo e ao trabalho quase sempre com extremas dificuldades de aproveitamento das lições que o visitam, quando o nosso dever mais simples é o de seguir, em paz, ao encontro da Espiritualidade Superior, movimentando a nossa própria iniciativa, no terreno firme do bem.

A própria natureza é pródiga de ensinamentos nesse particular.

A terra é médium da flor que se materializa, tanto quanto a flor é medianeira do perfume que embalsama a atmosfera.

O Sol é o médium da luz que sustenta o homem, tanto quanto o homem é o instrumento do progresso planetário.

Todos os aprendizes da fé podem converter-se em médiuns da caridade através da qual opera o Espírito de Jesus, de mil modos diferentes, em cada setor de nossa marcha evolutiva.

Ampara aos teus semelhantes e encontrarás a melhor fórmula para o seguro desenvolvimento psíquico.

Na plantação da simpatia, por intermédio de uma simples palavra, estabelecemos, em torno de nós, renovadora corrente de auxílio.

Não aguardes o toque de inteligências estranhas à tua, para que te transformes no canal da alegria e da fraternidade, a benefício dos outros e de ti mesmo.

Podes traduzir a mensagem do Senhor, onde quer que te encontres, aprendendo, amando, construindo e servindo sempre, porque acima dos médiuns dessa ou daquela entidade espiritual, desse ou daquele fenômeno que muitas vezes espantam ou comovem, sem educar e sem edificar, permanecem a consciência e o coração devotados ao Supremo Bem, através dos quais o Senhor se manifesta, estendendo para nós todos a bênção da vida melhor.

Emmanuel

Coluna espírita, roteiro seguro para a prática da mediunidade, pelo médium Aloísio Vander – Apóstolo do espiritismo no Brasil

Eurípedes Barsanulfo

É comum a confusão que os leigos fazem entre espiritismo e mediunismo. O mediunismo é a prática da mediunidade sem orientação teórica. Os médiuns trabalham segundo a intuição ou conforme aprenderam empiricamente no ambiente onde se inserem. Desde o lançamento de “O Livro dos Médiuns”, os portadores de mediunidade voluntária ou consciente do mundo inteiro ganharam um roteiro seguro para o exercício saudável da mediunidade.

Este livro foi elaborado por Allan Kardec e publicado pela primeira vez em 15 de janeiro de 1861. Obra insuperável, até os dias que correm, na orientação ao desenvolvimento e condução da mediunidade dentro dos padrões cristãos, dá ao medianeiro e, principalmente, aos dirigentes de sessões práticas todas as orientações indispensáveis à condução de uma sessão produtiva. Mesmo assim, muitos grupos (fora e até dentro dos ambientes declaradamente espíritas) que utilizam-se da mediunidade não descobriram este tesouro.

Temos exemplos de personalidades importantes que, por lhes faltarem orientações como as contidas em “O Livro dos Médiuns”, deixaram-se levar pelos múltiplos perigos do plano invisível, sendo o mais comum deles os Espíritos mistificadores. Citaremos apenas dois exemplos anteriores à publicação de “O Livro dos Médiuns”: Emmanuel Swedenborg e as Irmãs Fox.

Swedenborg, considerado um dos homens mais inteligentes do seu século, era médium de grandes recursos, porém à falta de conhecimentos teóricos sobre o Além e as regras para o intercâmbio com ele, foi ludibriado por um Espírito que declarou ao sábio ser o próprio Deus.

As irmãs Fox, a despeito de seu pioneirismo, embriagavam-se durante as sessões e o pior, recebiam cachê pelas apresentações. Uma delas, Margareth, ávida pelo vil metal, prometido por um alto dignitário católico, o cardeal Manning, chegou a abjurar em público. Pouco depois, sem ver a cor do dinheiro prometido e remordida de remorso, passadas as crises de embriaguez (por esse motivo chegou a perder a guarda do filho), voltou a trás, em entrevista a famoso periódico novaiorquino.

Com “O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec, todos esses escolhos do intercâmbio mediúnico relacionados poderão ser evitados. Com ele, o médium aprenderá a identificar com segurança os Espíritos comunicantes; o imperativo da gratuidade do exercício da mediunidade, que não é profissão; e da educação mediúnica através do estudo e da reforma íntima, que se traduzirá, invariavelmente, em segurança mediúnica no contato com as múltiplas facetas do mundo espiritual

O Livro dos médiuns

Baixe o livro em PDF gratuitamente logo abaixo.

O livro dos médiuns, ou guia dos médiuns e evocadores é a segunda obra do Pentateuco espirita escrito por Allan Kardec, a obra trata das manifestações espíritas e dos médiuns, portanto, da parte fenomênica do Espiritismo, e o caracteriza como ciência de observação que cuida das relações entre o mundo corpóreo e o mundo invisível ou espiritual.

Reúne “o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o mundo invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os tropeços que se podem encontrar na prática do Espiritismo”.

Seja bem vindo, Emmanuel

“A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para o outro”.

Allan Kardec

A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos…

Tudo bem!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum…
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.

-Chico Xavier

Em todas as idas e vindas, obscuramente eu sempre sabia: embora tudo mude , nada muda por que tudo permance aqui dentro, e fala comigo, e me segura no colo quando eu mesma não consigo sustentar. E depois me solta de novo, para que eu volte a andar pelos meus próprios pés.

A vida é mãe nem sempre carinhosa, mas tem uma vara de condão especial: o mistério com que embrulha todas as coisas, e algumas deixa invisíveis.

Lya luft